Eu sou uma besta quadrada. Uma anta. Serião. Não tem palavras pra expressar o quão burra eu sou.
Há semanas atrás filmei minha primeira matéria em vídeo pra disciplina de Telejornalismo. Sobre o ato da Semana pela Democratização da Comunicação, que reivindicava a convocação pelo Governo Federal da I Conferência Nacional de Comunicação.
Entrevistei quatro pessoas no ato e anotei o nome delas num papel que tava no bolsinho da minha mochila.
E como eu sou completamente retardada, em algum momento devo ter achado que o papel era lixo e devo ter jogado fora.
Fato é que o papel sumiu e eu tô fodida. A matéria que já ia ficar uma merda porque eu filmo mal pra burro e porque não consegui falar mais do que uma frase pra passagem sem errar, agora vai ter entrevistados sem créditos. Ou vou ter que usar só duas das entrevistas, uma do João Brant, que eu sei o nome, outra de outra moça do Intervozes, que eu posso descobrir mostrando a imagem pra um camarada que trabalha com eles.
Putaqueopariu. Mas eu sou burra pra cacete.
Há semanas atrás filmei minha primeira matéria em vídeo pra disciplina de Telejornalismo. Sobre o ato da Semana pela Democratização da Comunicação, que reivindicava a convocação pelo Governo Federal da I Conferência Nacional de Comunicação.
Entrevistei quatro pessoas no ato e anotei o nome delas num papel que tava no bolsinho da minha mochila.
E como eu sou completamente retardada, em algum momento devo ter achado que o papel era lixo e devo ter jogado fora.
Fato é que o papel sumiu e eu tô fodida. A matéria que já ia ficar uma merda porque eu filmo mal pra burro e porque não consegui falar mais do que uma frase pra passagem sem errar, agora vai ter entrevistados sem créditos. Ou vou ter que usar só duas das entrevistas, uma do João Brant, que eu sei o nome, outra de outra moça do Intervozes, que eu posso descobrir mostrando a imagem pra um camarada que trabalha com eles.
Putaqueopariu. Mas eu sou burra pra cacete.
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