9.3.07



Outro dia, no aniversário do Mateus no Astronete (bar de balcão muito simpático na Matias Aires), estávamos eu e Fernando infelizes por estarmos sem dinheiro e, por conseqüência, sóbrios.

Eu comentava com ele que quase não conseguia mais me divertir sem beber. Daí ele perguntou se eu achava que a gente tem um problema com álcool.

E eu acho que não, pô. A gente tem um problema com FALTA de álcool. É evidente.


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Impressionante como sua qualidade de vida sobe com um tocador de mp3 no ouvido. Confisquei o do meu irmão esses dias e todas as maratonas de transporte coletivo USP Leste - Cidade Universitária se tornaram mais suportáveis. A interação com desconhecidos nas optativas se tornou desnecessária. Os rolês a pé entre FFLCH, ECA e Reitoria quase não são mais desagradáveis. Dá pra ler no ônibus mesmo com uma turba de retardados no fundo, é só botar o fone e o som no talo. É fantástico.

Mas é impressionate também como uma porcariazinha de um iPobre alimentado por uma pilha AAA devora energia. Três dias de alegria e agora nada mais de mp3 pra mim, até a próxima compra de pilha.


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Granizos batem violentamente contra a janela de metal. Eu devo desligar o computador, que ele não tem NoBreak e a queda de energia é iminente. No entanto, desligar o computador vai significar ter que voltar pra dentro de casa, e daí os granizos vão bater violentamente contra a minha cabeça.. Raios. (e trovões, muitos deles)