Tiradentes essa semana. Viagem de meio da escola. Muito muito boa. Aulas excelentes, muito tempo ocioso e contemplativo, comer até passar mal, conversas com os professores (e como são feras esses caras, por deus! que vontade de poder papear com eles todos os dias sobre coisinhas bestas).
Minas Gerais me parece um lugar triste. As coisas todas ainda estão lá, a frente, palpáveis; apesar disso, paira um ar nostálgico. Acho que era isso que o Drummond queria dizer com As casas ainda restam, Os amores, mais não. Lá está um fim, aquelas cidades ficarão assim pra sempre.
Mas é triste também o abandono. O "progresso" paulistano (Centro - Paulista - Faria Lima - Nova Faria Lima - Berrini). Talvez haja um tempo certo, que não está em minas nem em São Paulo. Talvez ambos sejam necessários.
Sei lá, desenvolvo isso melhor depois. Estou pensando demais no tempo depois dessa viagem. Fazendo um ensaio sobre metaficção histórica (ficção histórica que tem o presente como ponto de vista; diferente da ficção histórica tradicional, onde se abandona o presente e tenta-se recriar o passado fielmente), lendo Bergson e Adorno, pensando na cidade morta, em Nostalgia e Memória. Pensando que não há história nem fatos. Que presente e passado são a mesma coisa.
[neste post eu me expresso mal e preguiçosamente e daí a coisa soa fumeta]
Minas Gerais me parece um lugar triste. As coisas todas ainda estão lá, a frente, palpáveis; apesar disso, paira um ar nostálgico. Acho que era isso que o Drummond queria dizer com As casas ainda restam, Os amores, mais não. Lá está um fim, aquelas cidades ficarão assim pra sempre.
Mas é triste também o abandono. O "progresso" paulistano (Centro - Paulista - Faria Lima - Nova Faria Lima - Berrini). Talvez haja um tempo certo, que não está em minas nem em São Paulo. Talvez ambos sejam necessários.
Sei lá, desenvolvo isso melhor depois. Estou pensando demais no tempo depois dessa viagem. Fazendo um ensaio sobre metaficção histórica (ficção histórica que tem o presente como ponto de vista; diferente da ficção histórica tradicional, onde se abandona o presente e tenta-se recriar o passado fielmente), lendo Bergson e Adorno, pensando na cidade morta, em Nostalgia e Memória. Pensando que não há história nem fatos. Que presente e passado são a mesma coisa.
[neste post eu me expresso mal e preguiçosamente e daí a coisa soa fumeta]
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