São Paulo não é tão grande quanto eu pensava. Fomos ao centro ontem, descemos na Sé e andamos pela Benjamin Constant procurando um sebo no qual eu tinha ido quando era criança e que às vezes chegava a achar que não existia, que eu tinha imaginado. Achamos o dito cujo mas não estava mais aberta ao público a parte mais legal dele, uma parede pintada com retratos e frases dos modernistas e um palco, o qual lá pelos anos 30 era freqüentado pela intelectualidade paulistana que se reunia pra fazer saraus.
Vimos outros sebos e resolvemos ir pras Grandes Galerias, no Anhagabaú. Eram umas 6 e pouco da tarde e as lojas já estavam fechando quando chegamos. De lá fomos pra um bar, onde começamos a discutir a grande questão que nos atormentou a tarde inteira: o que fazer na virada do ano? Duas horas depois ainda não tínhamos a resposta. Resolvemos encontrar na Vila Madalena um amigo nosso que também estava em São Paulo e sem nada pra fazer no Reveillon. Pagamos as duas cervejas que tomamos e constatamos não ter dinheiro algum (eu tinha uns 3 reais e um passe de metrô mas se gastássemos isso eu não ia ter como voltar pra casa e nós não teríamos o que fazer na Vila). Então resolvemos ir à pé. Consolação inteira (uma maldita subida), depois Sumaré. Pode não parecer muita coisa mas são duas avenidas grandes pra cacete, 2 horas de caminhada, acho.
No caminho todo fomos falando Rá, imagina se a gente anda tudo isso e quando chegar na Vila o guri dizer que não vai aparecer rará. Obviamente, o guri não apareceu. Minhas pernas estavam um tanto furibundas e se recusando a andar. E a grande questão persisitia. Depois de morgar um tempo, resolvemos ir pra um metrô que tivesse um caminho reto pra ir pra lá (estávamos relativamente perto de três estações: Clínicas, Sumaré e V. Madalena). Não achamos a maldita Vila Madalena e tivemos que subir um ladeirão pra poder ir pra Sumaré.
7 horas depois de termos começado a discussão, nenhuma pista do que fazer hoje à meia noite. Estou considerando seriamente ficar em casa vendo tevê.
Vimos outros sebos e resolvemos ir pras Grandes Galerias, no Anhagabaú. Eram umas 6 e pouco da tarde e as lojas já estavam fechando quando chegamos. De lá fomos pra um bar, onde começamos a discutir a grande questão que nos atormentou a tarde inteira: o que fazer na virada do ano? Duas horas depois ainda não tínhamos a resposta. Resolvemos encontrar na Vila Madalena um amigo nosso que também estava em São Paulo e sem nada pra fazer no Reveillon. Pagamos as duas cervejas que tomamos e constatamos não ter dinheiro algum (eu tinha uns 3 reais e um passe de metrô mas se gastássemos isso eu não ia ter como voltar pra casa e nós não teríamos o que fazer na Vila). Então resolvemos ir à pé. Consolação inteira (uma maldita subida), depois Sumaré. Pode não parecer muita coisa mas são duas avenidas grandes pra cacete, 2 horas de caminhada, acho.
No caminho todo fomos falando Rá, imagina se a gente anda tudo isso e quando chegar na Vila o guri dizer que não vai aparecer rará. Obviamente, o guri não apareceu. Minhas pernas estavam um tanto furibundas e se recusando a andar. E a grande questão persisitia. Depois de morgar um tempo, resolvemos ir pra um metrô que tivesse um caminho reto pra ir pra lá (estávamos relativamente perto de três estações: Clínicas, Sumaré e V. Madalena). Não achamos a maldita Vila Madalena e tivemos que subir um ladeirão pra poder ir pra Sumaré.
7 horas depois de termos começado a discussão, nenhuma pista do que fazer hoje à meia noite. Estou considerando seriamente ficar em casa vendo tevê.
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