Montes de livros pra ler e esse ano praticamente só reli. O que é divertido também, não lembrava direito de nenhum livro que li novamente, apesar de todos serem preferidos. Tenho folheado nos últimos dias durante aulas e ônibus e tempos livres o Tanto Faz do Reinaldo Moraes (disfarçando pra Anaquel não ver que tou lendo o livro do pai dela de novo. gosto de bizolhar a Ana de canto de olho vez em quando e ver no que deu a filha do Ricardinho). Sacangenzinhas volta e meia e prosa gostosa de ler, que também agradaria numa conversê num boteco qualquer.
Tem um monte de boas frases ("todo mundo vira cineasta depois que fecha os olhos") mas anotei na mão essas duas que nem são dele, são do Pavese:
É impossível abandonar-se ao objeto do nosso desejo e possuí-lo ao mesmo tempo
e
Uma boa razão pra se matar não falta jamais a ninguém
Nenhum motivo especial pra escolher nenhuma das duas, não. Só a falta de um caderninho de boas frases pra poder guardá-las e jogar no momento certo [dizia o mochão (acho) que o melhor da vida são love songs, boas frases e garotas perfeitinhas, apesar de garotas perfeitinhas serem love songs que respiram].
Tem um monte de boas frases ("todo mundo vira cineasta depois que fecha os olhos") mas anotei na mão essas duas que nem são dele, são do Pavese:
É impossível abandonar-se ao objeto do nosso desejo e possuí-lo ao mesmo tempo
e
Uma boa razão pra se matar não falta jamais a ninguém
Nenhum motivo especial pra escolher nenhuma das duas, não. Só a falta de um caderninho de boas frases pra poder guardá-las e jogar no momento certo [dizia o mochão (acho) que o melhor da vida são love songs, boas frases e garotas perfeitinhas, apesar de garotas perfeitinhas serem love songs que respiram].
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