Alguém aí também gosta de blogs com textos mais longos? Eu gosto bastante. Além dos blogs que leio sempre e vez em quando linko por aqui, ando lendo agora o fixing a hole, que é do Granado, o cara do Grenade. O rapaz escreve bem e sobre coisas interessantes. Olhem aê.
Já contei aqui como eu comprei minha única fita do Grenade? Tenho quase certeza que não.
Pois então, foi num dia, há uns 2 ou 3 anos atrás, no qual meu pai estava de férias e resolveu me levar pra passear no centro velho. É desses passeios com meu pai com direito à coxinha do Guanabara, mate com limão e sebos que tenho pra mim que o centro de São Paulo é um dos lugares mais fodas da cidade (junto com a Paulista).
Mas então, descemos na Sé e fomos andando por um monte sebos (incluindo um que é meu preferido, que é pequenininho e cheio de enciclopédias, mas daí tu sobe um escadinha no fundo e tem um outro andar muito grande e cheio de salas tomadas por livros empoeirados e com cheiros ótimos) e, por fim, fomos num que ficava no andar térreo de um prédio comercial numa rua paralela a das Grandes Galerias, cujo atendente era um negão que ouvia funk muito alto. Esse sebo na real é uma merda, cheio de livros jurídicos, livros didáticos e outras porcarias que o cara recebe provavelmente direto do editor.
Eu desisti de tentar encontrar qualquer livro aproveitável e, enquanto meu pai ainda fuçava, fui mexer nuns cedês e numas fitas cassetes. Daí no meio de sertanejos e rocks dos anos 80, tinha um punhado de fitas indáis (a demo do Pullovers, uma do Grenade, uma do Thee Butchers Orchestra e várias outras). Na real eu não conhecia nem nunca tinha ouvido nenhuma delas (o Pullovers acho que já tinha visto tocar na Turma da Cultura), mas o Galera tinha falado bem do Grenade num COL e eu achei a capa do Teenage Darling do Pullovers simpática (além de lembrar do vocalista falando de Pavement na tevê). Daí, entre umas 10 fitas, escolhi essas duas (a 2 reais cada). E daí passei um mês ouvindo a child's introduce to square dancing todo dia no caminho da escola.
Bem, essa historinha acabou ficando enorme. O que eu queria é que vocês fossem lá e lessem o brógue. Falouan.
Já contei aqui como eu comprei minha única fita do Grenade? Tenho quase certeza que não.
Pois então, foi num dia, há uns 2 ou 3 anos atrás, no qual meu pai estava de férias e resolveu me levar pra passear no centro velho. É desses passeios com meu pai com direito à coxinha do Guanabara, mate com limão e sebos que tenho pra mim que o centro de São Paulo é um dos lugares mais fodas da cidade (junto com a Paulista).
Mas então, descemos na Sé e fomos andando por um monte sebos (incluindo um que é meu preferido, que é pequenininho e cheio de enciclopédias, mas daí tu sobe um escadinha no fundo e tem um outro andar muito grande e cheio de salas tomadas por livros empoeirados e com cheiros ótimos) e, por fim, fomos num que ficava no andar térreo de um prédio comercial numa rua paralela a das Grandes Galerias, cujo atendente era um negão que ouvia funk muito alto. Esse sebo na real é uma merda, cheio de livros jurídicos, livros didáticos e outras porcarias que o cara recebe provavelmente direto do editor.
Eu desisti de tentar encontrar qualquer livro aproveitável e, enquanto meu pai ainda fuçava, fui mexer nuns cedês e numas fitas cassetes. Daí no meio de sertanejos e rocks dos anos 80, tinha um punhado de fitas indáis (a demo do Pullovers, uma do Grenade, uma do Thee Butchers Orchestra e várias outras). Na real eu não conhecia nem nunca tinha ouvido nenhuma delas (o Pullovers acho que já tinha visto tocar na Turma da Cultura), mas o Galera tinha falado bem do Grenade num COL e eu achei a capa do Teenage Darling do Pullovers simpática (além de lembrar do vocalista falando de Pavement na tevê). Daí, entre umas 10 fitas, escolhi essas duas (a 2 reais cada). E daí passei um mês ouvindo a child's introduce to square dancing todo dia no caminho da escola.
Bem, essa historinha acabou ficando enorme. O que eu queria é que vocês fossem lá e lessem o brógue. Falouan.
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