Saturday night one o'clock a.m., At home on this south side.
Acabei de chegar em casa. Passei uma noite agradável na Paulista. Sentamos naquele lugar legal que tem atrás do Masp, no vão livre. Daí tentamos descobrir se era verdade uma história de pescador do Marlito (professor de Filosofia do Equipe) de que existe uma galera morando em galerias subterrâneas embaixo da Paulista, onde se conseguiria chegar descendo além dos estacionamentos do Conjunto Nacional; no segundo estacionamento os elevadores só subiam e não tinha, aparentemente, mais nenhuma escada pra baixo; desistimos.
Comemos batatinhas do McDonald's tomando cerveja num bar na Augusta, no qual, aliás, demos um calote (dei calotes BRAGARÁI esse fim de semana. No Real, no Copo a Copo e agora nesse outro bar aê. Devo ter economizado uns 7 reais. Massa). Daí tomamos sorvete e após trinta e cinco mil novecentos e quarenta e sete telefonemas pra Laura, decidímos não SUCUMBIR ao Real (onde temos ido 5 ou 6 vezes por semana) e demos uma andada.
Daí resolvemos fazer o que parecia ser o maior programa de índio de todos os tempos: PASSEAR DE METRÔ. Entramos na estação Consolação, no sentido Ana Rosa, e fomos parando em todas as estações da linha verde pra apreciar o artê, até chegar na Paraíso. Fizemos uma baudiação (será que escreve assim?) e fomos no sentido aquele da linha azul que vai pra Praça da Sé, sempre parando em algumas estações. Daí na Sé pegamos a linha vermelha e dái foi trimmassa. Diversas estações legais, aquelas abertas e que fazem ligações com trens metropolitanos e conversinhas sobre nada que muito me agradaram (talking sweet about nothing). Então descemos numa estação bem longe (isso já devia ser quase meia-noite e a gente tinha planos de ir até o Tucuruvi depois) no sentido Corinthians-Itaquera e sentamos pra comer chocolate.
Daí já era tarde muito tarde e os homens do alto-falante avisaram que o metrô encerraria suas atividades em 15 minutos. E fomo-nos embora.
Cheguei em casa e comi batatinhas ao vinagrete (essas pequenas e com casca, no melhor estilo botecão) e agora tô comendo brownie de chocolate com nozes, tomando Fanta e ouvindo Yo La Tengo.
Boa noite, Querido Diário.
Acabei de chegar em casa. Passei uma noite agradável na Paulista. Sentamos naquele lugar legal que tem atrás do Masp, no vão livre. Daí tentamos descobrir se era verdade uma história de pescador do Marlito (professor de Filosofia do Equipe) de que existe uma galera morando em galerias subterrâneas embaixo da Paulista, onde se conseguiria chegar descendo além dos estacionamentos do Conjunto Nacional; no segundo estacionamento os elevadores só subiam e não tinha, aparentemente, mais nenhuma escada pra baixo; desistimos.
Comemos batatinhas do McDonald's tomando cerveja num bar na Augusta, no qual, aliás, demos um calote (dei calotes BRAGARÁI esse fim de semana. No Real, no Copo a Copo e agora nesse outro bar aê. Devo ter economizado uns 7 reais. Massa). Daí tomamos sorvete e após trinta e cinco mil novecentos e quarenta e sete telefonemas pra Laura, decidímos não SUCUMBIR ao Real (onde temos ido 5 ou 6 vezes por semana) e demos uma andada.
Daí resolvemos fazer o que parecia ser o maior programa de índio de todos os tempos: PASSEAR DE METRÔ. Entramos na estação Consolação, no sentido Ana Rosa, e fomos parando em todas as estações da linha verde pra apreciar o artê, até chegar na Paraíso. Fizemos uma baudiação (será que escreve assim?) e fomos no sentido aquele da linha azul que vai pra Praça da Sé, sempre parando em algumas estações. Daí na Sé pegamos a linha vermelha e dái foi trimmassa. Diversas estações legais, aquelas abertas e que fazem ligações com trens metropolitanos e conversinhas sobre nada que muito me agradaram (talking sweet about nothing). Então descemos numa estação bem longe (isso já devia ser quase meia-noite e a gente tinha planos de ir até o Tucuruvi depois) no sentido Corinthians-Itaquera e sentamos pra comer chocolate.
Daí já era tarde muito tarde e os homens do alto-falante avisaram que o metrô encerraria suas atividades em 15 minutos. E fomo-nos embora.
Cheguei em casa e comi batatinhas ao vinagrete (essas pequenas e com casca, no melhor estilo botecão) e agora tô comendo brownie de chocolate com nozes, tomando Fanta e ouvindo Yo La Tengo.
Boa noite, Querido Diário.
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