31.5.08



joguinho bobo e divertido:

1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random - o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.

2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 - as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.

3) acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ - a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.





[via Cecília]

29.5.08



27.5.08



ei, Xavier, achei aquele parágrafo da Maria Rita Kehl que o André mostrou pra gente e a gente achou fantástico:



O que se diz de imediato sobre a sedução é que é um jogo. Caçada silenciosa entre dois olhares; captura numa rede perigosa de palavras. Jogo arriscado e fascinante - angústia e gozo - onde o vencedor não sabe o que fazer de seu troféu e o perdedor só sabe que perdeu seu rumo: um jogo cuja única possibilidade de empate se chama amor.


(Maria Rita Kehl, "Masculino/feminino: o olhar da sedução")

25.5.08

- Whatever happens in the end, I don't wanna lose you as my friend.
- I promise, I will never be your friend. No matter what. Ever.

- If we fuck I'm gonna feel like shit tomorrow.
- That's okay with me.



Hotel Chevalier



Sangue menstrual + Star Wars = Arte

22.5.08



Na segunda-feira, andando da ECA até a Fusp (que fica no P1 da USP), finalmente descobri onde fica a vagina da Tomie Ohtake [vide post de 11/04 - os permalinks continuam zoados e eu não sei resolver o problema].

Fica na praça em frente à Casa de Cultura Japonesa, do outro lado da rua. Acontece que, de perto, o lance não se parece com uma boceta at all. Aliás, só reparei que era a mesma obra porque estava tão perto que dava pra ver a inscrição.

É o ângulo da foto do catálogo do Centro de Preservação Cultural que dá essa impressão às mentes sujas. De perto é só um mastodonte tridimensional de aço. Muito sem graça.


***


Tenho um trabalho pra entregar na segunda-feira depois da semana do V Congresso. Instruções do professor: trabalho sobre QUALQUER COISA relacionada à matéria, MÁXIMO DE 5 PÁGINAS. A matéria é sobre Romantismo e Realismo literários, mas o gênio do professor pediu o trabalho final pra um mês antes do fim do semestre, então de realismo só vimos até agora um conto do Machado de Assis (A Causa Secreta).

Eu pretendia fazer o trabalho sobre crítica tradicional e crítica marxista ao Dom Casmurro, mas na última aula super empolgante o professor LEU POR DUAS HORAS UM ARTIGO DELE PRÓPRIO sobre A Causa Secreta, e em dado momento ele metia o pau na crítica marxista. Achei estratégico abandonar minha idéia original.

Agora tô pensando em fazer sobre o Noite na Taverna, do Álvares de Azevedo. Acho que combina com essa minha tosse que já dura mais de um mês.

18.5.08



Ontem, voltando de um churrasco, peguei um ônibus na Alfonso Bovero e acordei no Sacomã. Que fase decadente..


(daí lá no Sacomã, esperando o ônibus sair de novo pra me trazer de volta pra casa, fiquei de papo com o motorista e o cobrador. em dado momento, o motorista simpático tirando uma com a minha cara pergunta Mas diz uma coisa, você tomou umas, não foi? - lembrei na hora do Jeremias, o repórter perguntando "Rapaz, tu bebeste demais, não foi?" e o Jeremias, "Bebi").


***


Subi no Flickr algumas das fotos que tirei pra próxima edição do JC.


***


Lembrei agora há pouco que tenho prova de Literatura e Cultura Brasileira amanhã às 8 da manhã. Agora que eu já combinei de ir comer sushi com a Vanessa daqui a pouco. E agora, que o fim de semana já praticamente acabou e eu não estudei absolutamente nada. Maravilha.

16.5.08



às vezes o Ciola (ou a ex-namorada do Ciola) é genial!



Por que os anarquistas são os melhores amantes do mundo... (parte 4)

Ela: A gente podia ficar juntos por muito tempo ainda...
Ele: Mas te largo no dia que a revolução começar.
Ela: Então a gente vai ter muitos filhos e ficar velhinho juntos.
Ele: Não seja tão pessimista...




Por que os anarquistas são os melhores amantes do mundo... (parte 7)

Ele: A proposta é escrever um Kamasutra anarquista que supere o original...
Ela: Consenso.
Ele: Mas a gente vai ter que testar as posições antes...
Ela: Consenso...
Ele: Então acho melhor a gente começar agora...
Ela: hum...
Ele: Umas coisas bem mirabolantes do tipo... você deita em baixo e eu vou por cima e te fodo... sem tirar os óculos.
Como como COMO alguém gorfou em mim sem eu perceber, senhoras e senhores? Eis a questão que me atormenta.

Estava eu no ônibus, voltando de uma alegre Quinta i Breja, quando notei uma sujeirona no meu braço direito. Dei uma espanadinha com a mão. Nada. Dei uma cutucada mais enfática com a unha. A sujeirona não deu sinal de ceder. Pensei Que merda, vou ter que botar pra lavar meu casaco mais quentinho.

Então chegou a hora de levantar e apertar o botão pra descer. Quando meu braço se aproximou da altura do nariz, notei que não era só uma sujeirona, mas uma sujeirona fedorenta. Uma sujeirona fedorenta de gorfo! Algum filho da puta gorfou no meu braço e eu nem percebi.

Quando eu já estava infeliz o suficiente pela triste sorte do meu casaco, olhei para minha calça (também conhecida como A Calça Perfeita: ela é skinny, ela tem patches de oncinha na bunda, ela está num caminho sem volta rumo à destruição, prestes a furar no traseiro a qualquer momento, portanto cada lavada aproxima-a perigosamente do fim). Minha calça estava coberta de vômito na perna direita.

Como? COMO?

Não tenho a menor idéia.

Que nasçam furúnculos no traseiro de quem vomitou no meu casaco e na minha calça.

14.5.08



Enquanto isso, no jardim...


As orquídeas dão espetáculo







E a árvore de Natal resiste bravamente

11.5.08



Hoje indo pra casa da minha tia, pro almoço de dia das mães, naquela região atrás do jóquei tinha uma casa com uma placa: FAMÍLIA MUDA VENDE TUDO hahah

Negociar o preço deve ser difícil!
Como diria o narrador do Paul Auster no livro-amarelo-que-a-Mariana-acha-meio-ruim "desejei haver dois de mim, para poder me dar um tapinha nas costas".

9.5.08



sem palavras.


[via Gus]

8.5.08



Hoje eu tava saindo do metrô Clínicas, tinha uma menininha de malha rosa e gorro rosa com pompom. Ela não tinha a mão direita, no punho tinha um cotoco, coberto de esparadrapo. Uma mulher gritou THAIS!, mas não era comigo, era com a menina..

7.5.08



tava procurando um link que mandei pra Rita via scrap ano passado, pouco antes de ela ir pro Japão. daí ela achou pra mim (era esse aqui, um post sensacional de um blog x sobre coisas bizarras de sex shops japoneses).

ela achou também isso aqui:



Rita diz:
é... essa vida é uma comédia

Hey That's My Bike! diz:
eu não tenho achado ultimamente. é mais uma dessas comédias inglesas que a caixa garante que é hilariante mas a primeira cena é um pé decepado numa praia




eu era uma pessoa deprimida engraçada heh
Nessa edição do JC, vocês podem conferir três textos meus muito relevantes: um sobre opção vegetariana no bandejão da Física, um sobre coxinhas, outro sobre a pipoca com provolone da Sociais.

E assim acaba minha gloriosa contribuição como repórter do Jornal do Campus.

Nas próximas duas edições vou ser fotógrafa, e nas últimas duas devo ser editora (cargo que não me atrai nem um pouco, mas como eu fui repórter em todos os veículos-laboratório até agora, preciso ver qualé a dos outros cargos).

Aliás, aceito sugestões para "Retrato do Campus" (a idéia dessa seção é fazer uma "crítica" a algo que está errado através de foto, mas pode ser algo inusitado também - tipo o bizarro caso do carro que capotou a 40km/h, batendo num carro estacionado na frente da ECA, que foi retratado no ano passado).

4.5.08



Protagonista de 1968, quando encenou a peça "Roda Viva", de Chico Buarque, cuja temporada paulistana encerrou-se depois do ataque de um grupo autodenominado "Comando de Caça aos Comunistas", que espancou atores e destruiu cenários, o diretor José Celso Martinez Correa, 71, do Teatro Oficina, lembra da época como "o momento em que as pessoas se deram conta de que estavam vivas, de que não precisavam mais se conformar com os papéis predeterminados que lhes queriam impor; foi quando as pessoas perceberam que poderiam sair desses túmulos para viver em liberdade."

José Celso entrega a origem da idéia: a obra de Guy Debord (1931-94) "A Sociedade do Espetáculo", lançada na França "não por acaso" em 1967, um ano antes de tudo.




esse trecho tá no texto da Laura Capriglione que abre o especial Maio de 1968 do Mais! de hoje. o Peter Burke, no texto dele no mesmo caderno, também fala da importância do Debord pros acontecimentos daquele ano. acho que a perspectiva do Zé Celso como a Laura Capriglione a relata é uma tremenda simplificação (a coisa de atribuir a origem de toda a mobilização ao Debord). mas o que me impressiona é como as pessoas em 1968 tiveram uma leitura construtiva do Sociedade do Espetáculo.

eu li o SE nas férias de verão desse ano, pra discuti-lo com o pessoal do G-Popai, numa atividade extra-pesquisa. não sei se é um sinal dos tempos ou só o fato de nós g-popaianos sermos uns pessimistas do caralho, mas a nossa discussão terminou como terminam todas as nossas discussões: com a conclusão de que o mundo tá uma merda, o capitalismo só avança e se torna cada vez mais sutil em seus mecanismos de dominação, e que, em suma, tamos fodidos.

já na perspectiva do Zé Celso, foi a leitura do SE que fez as pessoas "se darem conta de que estavam vivas, de que não precisavam mais se conformar com os papéis predeterminados que lhes queriam impor".

achei curioso como se pode fazer leituras tão diferentes de uma mesma obra.



***



da série Se Divertindo em Família:

depois do almoço eu estava fazendo chá verde e comentando com a minha mãe que queria provar chá branco, que ele está sendo introduzido no mercado brasileiro agora, e que a Folha tinha feito uma matéria falando bem e que se ela visse no supermercado, podia comprar.

daí minha mãe perguntou de que planta que era esse chá, e eu contei que era da planta-que-faz-chá, a mesma que faz chá verde e chá preto (a Folha também fez outra matéria uma vez com uma mulher que é tipo barista de chá e ela explicava que chá mesmo é só dessa planta - Camellia sinensis - o resto é infusão).

daí meu pai entra na conversa: "chá branco? inventaram isso agora? é só pra diminuir a importância do chá preto!"

hashhshahah


pra concluir, um lolcat temático.
Save the Internet... Don't Stay a Virgin!

http://dontstayvirgin.movielol.org

I will make love with every virgin who defends the Internet.

Certain ISP’s are planning to limit internet access in a way that infringes upon internet freedom or ‘net neutrality’.

I'm using sex in a positive way to spread awareness.




Isso é que é marketing de guerrilha!


[via Porquinho - Porquinho é o ex-UDR. aparentemente ele ocupa sua aposentadoria da fama e das orgias com travecos postando, e o blog dele é mó bom. aliás ele largou essa vida quando orgia de traveco ainda era um lance underground, agora orgia de traveco tá na capa da Folha e no Jornal Nacional, todos os meninos vão querer ser jogador de futebol e fazer orgia de traveco regada a cocaína quando crescer ("Eles disseram que iam pegar cocaína na Cidade de Deus e, assim, eu não sentiria a diferença." © Ronaldo, no depoimento à polícia)]